sexta-feira, junho 28, 2013

'Vida saudável

Como é bom ir fazer compras e perceber o quanto minha família tem se tornado cada dia mais saudável. Como constatei isso:
- Passo longe de refrigerantes
- Passo longe de comidas congeladas como lasanha, frango empanado, nuggets, pizza, etc. Cozinhamos em casa até mesmo a massa da pizza.
- Passo longe dos salgadinhos como batatas fritas, fandangos, etc.
- Pão de forma só integral.
- Não compro mais sucos concentrados, só tomamos sucos integrais ou naturais da fruta
- De doces, comemos cookies integrais, waffer (de vez em quando), geleia e doce de leite argentino... raramente um creme de avelã porque ninguém é de ferro.
- Gasto 1/3 do valor do dinheiro na feira (verduras, frutas e legumes) e o restante no mercado com outros itens.
- Usamos sal light ou sem iodo.
- Usamos adoçante de sucralose ou açucar orgânico.

- Pipoca de microondas nunca. Fazemos na pipoqueira sem óleo.
- Não compramos mais sorvete industrializado, fazemos em casa.

- Comemos bastante cereal.
- Iogurte somente o natural.

terça-feira, junho 25, 2013

E começaram as peripécias de Christian

- Estava apressada para levar as crianças para a escola, falo para a Vivian ajudar fechando a porta e peço ao Chris (2 anos e 4 meses) para chamar o elevador. Daqui a pouco me dou conta que o botão do elevador não estava aceso e que o Christian etava gritando "ador" "ador", ora pois!

- Christian fica andando pela casa com o "gada-fuva"

- E fica o tempo todo pedindo para comer "paçoça" (farofa)

- Ele hoje viu uma "nioca" na escola que era "feia"

- "kis é cagaio" (Christian é papagaio)



sexta-feira, junho 21, 2013

O Brasil em 2013

SÃO PAULO - Um editorial publicado no jornal norte-americano "The New York Times" na quinta-feira, 20, intitulado "Despertar social no Brasil", afirma que os protestos que se espalham pelo País não deveriam causar surpresa. Segundo o texto, apesar de o Brasil ter conquistado muitas realizações nas últimas décadas, como uma economia mais forte e eleições democráticas, "ainda há uma grande distância entre as promessas dos governantes políticos de esquerda e as duras realidades do dia a dia fora da elite política e empresarial".

O editorial ressalta que o Banco Mundial lista o Brasil como a sétima maior economia do mundo, mas que o País tem uma das piores classificações em rankings de igualdade de renda e de habilidades de leitura e matemática. Além disso, menciona que seus principais políticos foram flagrados em esquemas de desvios de dinheiro público.

"Não é de se admirar que a taxa de transporte público aumente a indignação das classes pobre e média, que estão sobrecarregadas por um sistema tributário regressivo", afirma o texto. "Não é de se admirar que os gastos esbanjados em estádios de futebol para a Copa do Mundo, enquanto a educação pública continua gravemente subfinanciada, tornaram-se um grito de guerra."

O editorial destaca que a presidente Dilma Rousseff tem tentado responder aos manifestantes, declarando que o desejo de mudança é bem-vindo, e que alguns governantes reverteram o aumento das passagens.

"A maioria silenciosa do Brasil parece estar encontrando sua voz política", finaliza o texto. "Srta. Rousseff, que concorre à reeleição no próximo ano, terá que enfrentar novas demandas com conteúdo, bem como simpatia."

terça-feira, junho 18, 2013

Manifestações II

Grande parte da população desse gigante país já aprendeu a mostrar aos seus governantes e ao mundo sua insatisfação com o rumo que seu país está tomando, a fazer manifestação de forma pacífica, a mostrar que também há milhares de pessoas engajadas, comprometidas, preocupadas com o todo, que exercem sua cidadania, assim como em outras tantas grande nações.
Isso não resolve nada, muitos irão dizer, se estiverem pensando no curto prazo, mas este movimento está sendo mais um grande passo para nossa história e lá na frente, quem sabe, nossos netos poderão dizer que tudo começou naquele ano de 2013...


Pena que outra também grande parte da população, sequer soube que ontem haveria uma manifestação deste porte, ou o motivo da manifestação, como é o caso do dono e dos funcionários da mercearia na esquina da minha casa, funcionários da escola dos meus filhos, minha funcionária do lar (pois tive a opotunidade de conversar com eles), etc. Esse pessoal que usa o transporte público todos os dias, fica enlatado durante horas no trânsito, sem acesso às informações, até chegar em casa, ligar a TV para asisstir a novela e, quem sabe, pegar um pedacinho do telejornal. Me pergunto como fazer a notícia de verdade chegar até este pessoal? como fazer com que se sintam parte do manifesto?

segunda-feira, junho 17, 2013

Manifestações

E para explicar para todo mundo que encontrei na manhã de hoje porque estou usando branco? Eu devo ter visto hoje umas 100 pessoas, só no percurso da escola dos meus filhos e não vi absolutamente ninguém de branco.
Não sei se estou mais indignada com toda essa violência contra os manifestantes que ocorreu nos últimos dias - porque indignada com o governo já estou faz tempo - ou com o fato desse povo ser tão alienado.
Na verdade, eu estava louca para que chegasse a segunda-feira para poder perguntar à minha funcionária se ela estava sabendo de tudo que estava acontecendo... a resposta era como eu esperava: não tô sabendo de nada. Mas por que essas manifestações? Pergunta ela (!!!!!) Bom, senta aqui que vou te explicar... tudo começou com o aumento da tarifa de transporte de 0,20, mas isso foi só a gota d'água, estamos lutando para que VOCÊ não venha enlatada no ônibus e no trem, para que VOCÊ consiga ir a um hospital e seja atendida quando está doente, etc. Mas é claro que ela não está nem aí para nada, sou eu quem pago os 16,60 diários (já com o devido aumento) sem descontar do seu salário, nas três conduções que ela pega para trabalhar aqui.

segunda-feira, junho 03, 2013

Trabalhar ou não trabalhar?

Essa é uma das maiores dúvidas para as mulheres que se tornam mães. Trabalhar fora e deixar os filhos com uma babá ou num bercário ou ficar em casa o tempo todo? Eu já experimentei os dois lados e posso dizer que fui feliz na minha decisão, que mescla um pouco de cada... acho que esse é o melhor dos mundos. 
Quando Vivian tinha 1 ano e meio contratei uma babá, preparei tudo para em seguida buscar um trabalho. Meses depois Vivian passava a manhã na escola e a tarde em casa com a babá. Não havia outra opção já que não temos parentes na cidade e a escola não funciona em horário integral. Trabalhei em uma empresa por um ano e foi o sufuciente para entender que aquilo era desgastante demais: acordar cedo, levá-la para a escola, usar o horário do almoço para buscá-la na escola e levá-la para casa, comer um lanche muito rápido, voltar para o escritório, trabalhar até tarde, voltar para casa e ainda ter um fim de noite intenso com tarefas como: dar o jantar, dar banho, brincar (essa era a parte boa) e colocar para dormir uma criança que não conseguia nunca dormir cedo. Meu dia só terminava às 24:00. Por um lado foi gostoso porque, como a Vivian dormia muito tarde, eu ainda ficava com ela das 18:00 às 23:00. Mas por outro lado, foi cansativo para ela e para mim.
Resolvi que queria outra vida para mim, para nós e mudei o rumo da minha carreira, comecei a trabalhar em casa, pelo computador. Aí veio o Christian e dei uma pausa. E sse é outro benefício de ter seu próprio negócio ou ter um trabalho flexível como o meu.
Bom... aí... Acontece isso:
Hoje comentei com a Vivi que eu iria começar a trabalhar fora (para começar a prepará-la) e ela ficou MUITO triste e desatou a chorar. Então, finalmente soltou: 
"Por que, então você quis ter filhos, hein? Para ir trabalhar fora e colocar uma babá para cuidar da gente?" 
"Não. Não faça isso, por favor, mamãe!" Agumentei que a mamãe precisava trabalhar de algum jeito, fosse em casa ou fora de casa. Então nós "combinamos que eu iria trabalhar em casa somente, mas que eles teriam que ajudar e deixar a mamãe trabalhar um pouco no computador.